segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

R.I.P

Poderiam ser muitas mais, mas vão as minhas TOP 3 4 5 6 7 (em qualquer ordem):
 

1- Under Pressure - umas das minhas músicas preferidas da vida e que eu amo nesse dueto de dois seres fora do normal





2 - Life on Mars



 3- Absolut Begginers - porque é o que nós somos, eternamente.

 

4 - Heroes, porque é o que nós somos, todos os dias

 

 5 - Changes, "strange fascination, fascinating me"



6- Rebel, Rebel


7- Modern Love








Amor e verdade sempre!
Telma

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

(in) quietude

 


Pode durar minutos, segundos, dias, horas. Na cama, na rua, no carro, no banho. Ela chega para todos, sem distinção. Às vezes trazendo saudade boa, de tempos bons e felizes. Ou a lembrança doída e forte, de tempos difíceis e pesados. Pode ser ansiedade do futuro que parece demorado. Ou a dúvida fazendo caminhos feito formiga atrás de açúcar dentro da nossa cabeça confusa. O sentimento que mexe com a gente e não tem explicação. Ou alguma certeza que a gente já tinha deixado esquecida lá na caixinha das nossas certezas douradas e, rebelde, resolveu acordar de repente. Saudade do que a gente não viveu também traz. Aquela tal vontade que não parece a mais certa ou adequada ou lógica...traz também. Borboleta na barriga, abelha na colmeia, passarinho querendo voar. É tão natural, que a gente nem sabe falar se é boa ou incômoda. Nos momentos mais inesperados, mexe lá dentro, revira um tanto de pensamentos, ideias e sentimentos. Mas a inquietude sempre passa. Pode nem deixar rastro, feito nuvem branca em dia de sol. Ou deixar uma mala cheia de certezas dentro do peito, que lá pelas tantas começa a ficar leve e boa de carregar... é a quietude construindo sua morada, finalmente.

Amor e verdade sempre!
Telma

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

amor!





 O caderno em branco, o novo livro que começa hoje, as 365/366 oportunidades que vêm adiante, os.....clichês supremos do Ano Novo!!  Pensar assim pode ser ótimo e nos fazer bem, assim como a roupa branca, a calcinha rosa, as uvas, o champagne, o barulho. São rituais, coisa que eu adoro, aliás. Só não dá para achar que eles vão nos "trazer"algo, porque não vão. Se você usar a roupa branca e continuar sendo um babaca na vida, não vai ter paz. Se usar calcinha rosa e estiver com o coração fechado, não vai encontrar seu amor. Se comer as uvas e não correr atrás, seus três desejos não vão se realizar. Se fizer barulho, mas dentro do coração houver um silêncio dolorido, não vai dar boas-vindas ao ano novo, nem ao novo, nem à nada.
Os rituais nos localizam no tempo, renovam nossas esperanças, reacendem nossos desejos (e, sim, eu vejo a maior graça e charme neles), mas a verdade é que o amor que mora lá longe só vai se tornar real se a gente tomar o ônibus, o avião ou o barco e tascar-lhe um beijo na boca e tirar sua roupa com gosto e vontade. O trabalho que anda empacado só vai acelerar se a gente botar as mãos, os pés, as asas e o coração à obra. A paz interior então, não tem jeito, essa vai ser construída dia a dia, com nossa essência guiando nossas atitudes e pensamentos. Só vamos ser realmente íntegros se nossas atitudes e palavras sobre as pessoas forem a mesma diante delas e quando elas estão distantes.
Que nossa mágica cotidiana da vida nos encaminhe, que nossos sonhos realinhem nossas rotas, que o brilho no olhar guie nossos caminhos e que nunca, nunca, nunca, nos falte amor! Feliz Ano Novo para nós, amor! Feliz Ano Novo!

Amor e verdade sempre!
Telma